Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis
Vista a vida como um todo, posso considerar que minha relação com Machado de Assis tem sido errática, errática muito embora recentemente tenha lido uma novela e três romances do autor; isto porque sou leitor há muitos anos e, apesar de ter lido Machado em minha adolescência e não ter sido acometido por nenhum trauma em particular, persisti leitor por dez anos sem voltar a sua obra - que por certo não esgotara - até maio de 2018, quando, por um acaso - como acostuma acontecer com os principais lances de minha história literária -, peguei a edição de O Alienista e Outros Contos na estante e me apaixonei - agora sim pela primeira vez - pelo célebre Machado. O resultado dessa experiência foi o vídeo que fiz exclusivamente sobre O Alienista*, em que penso ter conseguido expressar quase tudo que extraí da novela naquela releitura. Na sequência, no início de 2019, li pela primeira vez Quincas Borba e Esaú e Jacó; gostei muito de ambos, especialmente de Quincas Borba, o qual, arrisco ...